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Consumidor: Decon investiga apagão que deixou cidades do Ceará sem energia elétrica

Órgão do Ministério Público instaurou processo administrativo e deu prazo de 20 dias para que a Enel explique as causas da interrupção no fornecimento de energia.

O Ministério Público do Estado do Ceará, por meio do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor, instaurou um processo administrativo para apurar o apagão registrado na última terça-feira (7), que deixou diversos municípios cearenses sem energia elétrica.

A interrupção no fornecimento afetou moradores, comerciantes e serviços essenciais em várias cidades do Estado. Além disso, municípios do Sertão da Paraíba também registraram falta de energia.

Decon quer esclarecer causas do apagão

Com a abertura do procedimento, o Decon pretende identificar as circunstâncias que provocaram a interrupção no fornecimento de energia.

Além disso, o órgão solicitou informações detalhadas sobre os municípios atingidos, a quantidade de consumidores afetados, o tempo de duração do apagão em cada localidade e as medidas adotadas para restabelecer o serviço.

Por outro lado, o Decon também quer saber quais ações serão implementadas para evitar novas ocorrências semelhantes.

Municípios registraram falta de energia

O apagão atingiu os municípios de Juazeiro do Norte, Milagres, Brejo Santo, Barbalha, Porteiras e Iguatu.

Além dessas cidades, moradores de Mauriti, Lavras da Mangabeira e Barro também relataram interrupção no fornecimento de energia elétrica.

Enel terá prazo para prestar esclarecimentos

O Decon notificou a Enel Distribuição Ceará, que terá 20 dias para apresentar os esclarecimentos solicitados.

Da mesma forma, a concessionária deverá informar se possui política de ressarcimento destinada aos consumidores que sofreram prejuízos materiais em razão da falta de energia.

Consumidores podem registrar reclamações

Os consumidores que tiveram prejuízos durante o apagão podem registrar reclamações pelos canais oficiais do Decon.

Os atendimentos estão disponíveis por e-mail, telefone e WhatsApp.

Por fim, o órgão reforça que as informações apresentadas pelos consumidores poderão contribuir com a apuração dos fatos e com a adoção das medidas cabíveis.

Fonte: MPCE

Foto: Divulgação

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