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Saúde: Tianguá lidera casos de dengue no Ceará em 2026; Sobral aparece logo atrás

Estado já registra 5.347 casos confirmados e 10 mortes pela doença neste ano, superando os números de todo o ano de 2025.

O Ceará já contabiliza 5.347 casos confirmados de dengue e 10 mortes pela doença em 2026, segundo dados do IntegraSUS referentes à Semana Epidemiológica 26, encerrada em 4 de julho. O número de infecções já supera todo o registrado em 2025, quando o Estado confirmou 4.892 casos e três óbitos.

Entre os municípios cearenses, Tianguá lidera o número de casos confirmados, com 660 registros. Logo em seguida aparece Sobral, com 658 casos. Já Fortaleza ocupa a terceira posição, com 370 confirmações.

Casos graves também aumentam

Além do crescimento no número de infecções, o Ceará também registra aumento nos casos graves da doença.

Até o momento, o Estado contabiliza 27 casos graves de dengue. Em todo o ano de 2025, foram registrados apenas 10 casos dessa natureza.

Dessa forma, os dados reforçam o alerta das autoridades de saúde para a necessidade de prevenção e diagnóstico precoce da doença.

Ceará registra 10 mortes por dengue

Os registros oficiais apontam 10 mortes por dengue em 2026.

Entre os municípios com óbitos confirmados, Tianguá contabiliza uma morte. As demais ocorreram em Beberibe (2), Caucaia (1), Eusébio (1), Fortaleza (1), Jardim (1), Juazeiro do Norte (1), Maracanaú (1) e Sobral (1).

Além disso, este é o maior número de mortes provocadas pela dengue no Ceará desde 2023.

Prefeitura reforça ações de combate em Tianguá

Diante do avanço da doença, a Prefeitura de Tianguá informou que intensificou as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti.

Atualmente, carros fumacê percorrem diariamente diversos bairros do município. Paralelamente, equipes também realizam ações educativas e de eliminação de criadouros.

População deve manter cuidados

As autoridades de saúde reforçam que a participação da população é fundamental para reduzir a proliferação do mosquito.

Por isso, é importante eliminar recipientes com água parada, manter caixas d’água devidamente fechadas, limpar calhas regularmente e evitar qualquer objeto que possa acumular água.

Com essas medidas, é possível reduzir os focos do Aedes aegypti, transmissor da dengue, da zika e da chikungunya.

Fonte: Jornal O Povo

Foto: Ministério da Saúde

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