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Mundo: Cearense morre após explosão de mina terrestre durante combate na Ucrânia

Guilherme Bezerra Ávila, natural de Fortaleza, morreu após explosão de uma mina terrestre durante combate na Ucrânia.

Guilherme Bezerra Ávila, de 26 anos, estava na Ucrânia desde 2025, segundo familiares, após ser recrutado para atuar na defesa do país no conflito contra a Rússia.

O brasileiro Guilherme Bezerra Ávila, de 26 anos, natural de Fortaleza, morreu após a explosão de uma mina terrestre durante um combate na Ucrânia. A família recebeu a confirmação da morte neste domingo (5).

Segundo um familiar, que preferiu não se identificar, Guilherme estava no país desde 2025. De acordo com o relato, ele foi recrutado para integrar um grupo que atua na defesa da Ucrânia durante a guerra contra a Rússia.

Família recebeu a notícia por colegas do brasileiro

Conforme o parente, Guilherme participava de uma operação relacionada à instalação de minas terrestres quando ocorreu a explosão.

Ainda segundo o familiar, colegas que acompanhavam a missão comunicaram a morte à família. A mãe do brasileiro recebeu a informação por telefone.

O parente afirmou que Guilherme aceitou participar da missão após receber a promessa de salário e benefícios.

Família descobriu participação na guerra após viagem

De acordo com o relato, Guilherme deixou o Brasil dizendo que trabalharia em outra atividade. Entretanto, os familiares descobriram somente depois que ele havia ingressado nas forças que atuam na defesa da Ucrânia.

Ainda conforme o familiar, parentes chegaram a pedir que o jovem retornasse ao Brasil. No entanto, ele decidiu permanecer no país europeu.

Fortaleza e Várzea Alegre lamentam a morte

Antes de viajar para a Ucrânia, Guilherme morava em Fortaleza. Apesar disso, seus pais são naturais de Várzea Alegre, no interior do Ceará.

Após a confirmação da morte, o Lions Clube de Várzea Alegre divulgou uma nota de pesar em solidariedade aos familiares. A entidade prestou apoio à família e manifestou condolências pelo falecimento do jovem.

Órgãos oficiais ainda não se pronunciaram

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) e a Embaixada da Ucrânia no Brasil foram procurados para comentar o caso. Entretanto, até a última atualização das informações, os dois órgãos não haviam se manifestado.

Fonte: G1/CE

Foto: Arquivo Pessoal

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