Uma das principais reivindicações é a falta de cuidadores nas escolas.
Por Redação
Nesta quarta-feira (19), durante sessão na Câmara Municipal de Tianguá, um grupo de mães atípicas da Associação Unidos Pelo TEA utilizou a tribuna para cobrar o cumprimento dos direitos das crianças com transtorno do espectro autista, que vêm sendo negligenciados.
Uma das principais reivindicações é a falta de cuidadores nas escolas. Por causa dessa falha, algumas crianças ficaram sem estudar, comprometendo seu desenvolvimento escolar.
A vice-presidente da associação fez uso da tribuna para reforçar a importância do cumprimento da lei e da garantia de dignidade às crianças atípicas. Ela destacou que a falta de cuidadores é hoje a maior barreira na educação do município de Tianguá. “Essa falha vem negando o direito fundamental à educação dos nossos alunos com deficiência do transtorno do espectro autista”, enfatizou.
Ainda durante a sessão, a vice-presidente da associação, pediu a realização de uma audiência pública para discutir as demandas das crianças atípicas, ressaltando a importância de um diálogo aberto entre o poder público e as famílias.
Confira a reportagem no link abaixo:
https://www.instagram.com/reel/DRPqnQfETuH/?igsh=MTBsaTIxcXU4MGx1eA==