ONGs afirmam que Robert Prevost teria acobertado membros da Igreja Católica suspeitos de crimes sexuais. Bispos que trabalharam com o atual papa afirma, no entanto, que ele sempre se preocupou em ouvir todas as partes envolvidas.
Um dos principais desafios do papa Leão XIV é continuar a luta contra as agressões sexuais na Igreja iniciada por Francisco, mas seu histórico ambivalente no Peru gera preocupação entre ONGs de defesa das vítimas.
Robert Francis Prevost, de 69 anos, tornou-se o 267º papa na quinta-feira (8), após uma longa trajetória no Peru, onde precisou enfrentar esses escândalos que abalam há anos a Igreja Católica. Pouco depois de sua eleição, a Conferência Episcopal Peruana destacou em uma coletiva de imprensa que o sucessor de Francisco “abriu caminho” para a defesa de vítimas de agressões no Peru.
Mas as ONGs SNAP e Bishop Accountability emitiram declarações nas quais questionam o compromisso do papa com a quebra do regime de sigilo.
